Delimitação e remoção inicial
O tumor visível é delimitado e removido juntamente com uma fina camada de tecido periférico e profundo.
Uma técnica cirúrgica em etapas, com avaliação microscópica das margens durante o procedimento, buscando controle oncológico e preservação de tecido saudável.
A Cirurgia Micrográfica de Mohs é utilizada em cânceres de pele selecionados. A remoção é realizada de forma sistemática e o tecido é mapeado e examinado microscopicamente antes da conclusão da cirurgia.
Se houver tumor residual em uma região específica da margem, uma nova etapa pode ser direcionada apenas àquele ponto. Essa lógica permite evitar a retirada indiscriminada de tecido saudável ao redor de toda a ferida cirúrgica.
O procedimento combina excisão seriada, mapeamento topográfico, processamento por congelação e avaliação microscópica das margens durante a cirurgia.
O tumor visível é delimitado e removido juntamente com uma fina camada de tecido periférico e profundo.
A amostra é orientada e identificada para que cada área observada ao microscópio corresponda à sua localização no paciente.
O tecido é preparado para permitir a avaliação das margens cirúrgicas ao microscópio.
As margens são examinadas sistematicamente em busca de persistência tumoral.
Quando há tumor residual, é retirada uma nova camada somente da região correspondente no mapa.
Após confirmação de margens livres, é definido o fechamento da ferida conforme localização, tamanho e características do defeito.
Os vídeos abaixo mostram momentos do fluxo de trabalho da cirurgia micrográfica, incluindo manipulação do material e avaliação microscópica. O conteúdo é educativo e não substitui avaliação médica individual.
Registro de uma etapa prática do fluxo de preparação do material para análise das margens.
Observação do tecido ao microscópio para identificar possíveis focos tumorais nas margens examinadas.
A correlação entre o achado microscópico e o mapa cirúrgico orienta a necessidade, ou não, de nova remoção localizada.
O diferencial da técnica não é apenas examinar tecido congelado, mas manter uma correlação precisa entre a margem observada no microscópio e sua posição no defeito cirúrgico.
Isso permite direcionar uma nova etapa cirúrgica somente para a área em que persiste tumor, quando necessário.
Regiões onde preservar tecido pode ser particularmente importante para função ou reconstrução.
Alguns tumores apresentam características clínicas ou histológicas que justificam avaliação especializada.
Lesões recorrentes ou de delimitação clínica difícil podem demandar uma estratégia de controle de margens mais detalhada.
Cirurgião Geral e Cirurgião Oncológico
CRM-RO 3985 · RQE 1043 · RQE 1044
Cirurgiã Geral e Cirurgiã Oncológica
CRM-RO 2043 · RQE 896 · RQE 897Para análise de indicação, podem ser úteis informações clínicas, localização da lesão, laudo anatomopatológico, fotografias e exames pertinentes.